Clique abaixo para baixar:
Como Integrar Jornada do Paciente e Resultado Clínico na Indústria Farmacêutica
A fragmentação da jornada do paciente impede a indústria farmacêutica de demonstrar valor real. Descubra como a interoperabilidade de dados e modelos baseados em desfecho alinham incentivos, reduzem custos e garantem a sustentabilidade do ecossistema de saúde.
A fragmentação da jornada impede a indústria de demonstrar valor clínico e econômico de forma consistente. Quando prontuários não conversam e dados não fluem, decisões ficam incompletas e a adesão ao tratamento cai.
Alex Osoegawa e Felipe Baran explicam que o problema não é falta de tecnologia, mas de integração estrutural entre sistemas, contratos e incentivos.
Esse cenário gera:
O debate também foi publicado no Saúde Digital News.
A indústria enfrenta quatro desafios centrais: acesso desigual, baixa interoperabilidade de dados, cadeia logística fragmentada e governança sensível de informação clínica.
Segundo os autores, a ausência de bases interoperáveis transforma a medição de adesão e segurança em um mosaico de planilhas desconectadas.
Além disso:
A maturidade de dados é um dos pilares para resolver esse cenário.
Leia mais sobre Transformação Digital na Saúde e as tendências estratégicas para 2026.
Tendências como cuidado híbrido e farmácia como ponto de cuidado só geram valor quando sustentadas por dados confiáveis e incentivos alinhados.
Felipe Baran destaca que evidência do mundo real significa integrar prontuários, registros farmacêuticos e indicadores assistenciais com governança clara.
Isso envolve:
Sem interoperabilidade, inovação vira slide. Com integração, vira resultado mensurável.
A indústria deve começar mapeando a jornada do paciente e estruturando pilotos com indicadores claros de desfecho.
Alex Osoegawa recomenda iniciar com poucos parceiros estratégicos e metas objetivas de adesão, efetividade e eficiência operacional.
Passos críticos:
Integração deixa de ser discurso quando passa a ser medida por resultado clínico e impacto financeiro sustentável.
|
|
A fragmentação da jornada do paciente impede a indústria farmacêutica de demonstrar valor real. Descubra como a interoperabilidade de dados e modelos baseados em desfecho alinham incentivos, reduzem custos e garantem a sustentabilidade do ecossistema de saúde.
A fragmentação da jornada impede a indústria de demonstrar valor clínico e econômico de forma consistente. Quando prontuários não conversam e dados não fluem, decisões ficam incompletas e a adesão ao tratamento cai.
Alex Osoegawa e Felipe Baran explicam que o problema não é falta de tecnologia, mas de integração estrutural entre sistemas, contratos e incentivos.
Esse cenário gera:
O debate também foi publicado no Saúde Digital News.
A indústria enfrenta quatro desafios centrais: acesso desigual, baixa interoperabilidade de dados, cadeia logística fragmentada e governança sensível de informação clínica.
Segundo os autores, a ausência de bases interoperáveis transforma a medição de adesão e segurança em um mosaico de planilhas desconectadas.
Além disso:
A maturidade de dados é um dos pilares para resolver esse cenário.
Leia mais sobre Transformação Digital na Saúde e as tendências estratégicas para 2026.
Tendências como cuidado híbrido e farmácia como ponto de cuidado só geram valor quando sustentadas por dados confiáveis e incentivos alinhados.
Felipe Baran destaca que evidência do mundo real significa integrar prontuários, registros farmacêuticos e indicadores assistenciais com governança clara.
Isso envolve:
Sem interoperabilidade, inovação vira slide. Com integração, vira resultado mensurável.
A indústria deve começar mapeando a jornada do paciente e estruturando pilotos com indicadores claros de desfecho.
Alex Osoegawa recomenda iniciar com poucos parceiros estratégicos e metas objetivas de adesão, efetividade e eficiência operacional.
Passos críticos:
Integração deixa de ser discurso quando passa a ser medida por resultado clínico e impacto financeiro sustentável.
Como a Peers pode ajudar?
A Peers Consulting + Technology apoia empresas e organizações ao longo de toda a jornada, da definição da estratégia até o desenho e a implementação, com soluções especializadas que integram negócios e tecnologia, impulsionando eficiência, crescimento, transformação e conformidade regulatória.
Acesse https://peers.com.br/como-fazemos/ e conheça mais sobre como trabalhamos.
Como a fragmentação do cuidado impacta os custos da saúde?
A fragmentação gera desperdício e retrabalho. Sem histórico integrado, exames são repetidos desnecessariamente e a falta de continuidade leva a complicações que encarecem o tratamento no longo prazo, sem garantir melhoria clínica.
Por que programas de suporte ao paciente (PSP) costumam falhar?
Muitos falham por falta de clareza e confiança. Se o paciente não vê benefício real ou teme pelo uso de seus dados, a adesão é baixa. Programas eficazes removem barreiras práticas (como esquecimento de dose) e garantem governança transparente.
O que é cuidado híbrido na indústria farmacêutica?
É a combinação fluida entre o atendimento presencial (na farmácia ou consultório) e o digital (telemonitoramento e apps). Para funcionar, não podem ser canais isolados, mas sim conectados ao mesmo fluxo de dados do paciente.
Como reduzir a ruptura de estoque de medicamentos?
Através da visibilidade ponta a ponta. Integrar dados de estoque do fabricante até a gôndola permite prever demanda real, evitando que falte remédio em uma farmácia enquanto sobra em outra.