Empresas de médio e grande porte costumam receber da diretoria financeira uma demanda direta: “reduza o custo de frete em 15% neste trimestre”. A resposta natural é renegociar tabelas e trocar transportadoras, e na maioria dos casos o resultado é frustrante. O frete caro raramente nasce no departamento de transportes. Ele reflete decisões estratégicas tomadas pelo Comercial, Supply, Operações e TI muito antes de qualquer nota fiscal ser emitida.
O Brasil lidera rankings de ataques cibernéticos na América Latina por razões estruturais: alta conectividade, baixo letramento digital e um ecossistema criminoso profissionalizado. O problema já não é de TI. É de continuidade operacional e gestão de risco corporativo.
Quem faz essa leitura é Marcelo Shiramizu, CEO da ACTAR Peers Group, consultoria com mais de três décadas de atuação na proteção de organizações contra riscos digitais, que faz parte do Peers Group, grupo formado também pela Peers Consulting + Technology.
Ouvido pelo Valor Econômico na edição especial de Segurança Digital, publicado em 30 de junho de 2026, Shiramizu é direto: executivos que ainda tratam cibersegurança como uma linha no orçamento de tecnologia estão operando com um modelo de decisão desatualizado.
A inteligência artificial generativa entrou nas empresas com promessa de ganho de produtividade. O problema que está surgindo agora é outro: quanto mais a IA trabalha, mais tokens são consumidos, e em muitos casos a conta cresce mais rápido do que o retorno que justifica o investimento.
Em análise publicada no Canaltech, Marcello Mussi, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, explica por que esse comportamento é inerente à forma como os agentes de IA funcionam, e o que as empresas precisam fazer antes que a fatura surpreenda.
Parceiros de +100 empresas na jornada da construção do futuro




















Estamos prontos para conhecer seu desafio e construir juntos soluções para vida real