Peers no Web Summit Rio 2024

Peers Consulting & Technology

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Tempo de leitura 14 minutos

Categoria Supply Chain

O Web Summit Rio 2024, realizado dos dias 16 a 18 de abril, representou um marco na nossa jornada como Peers, com nossa primeira participação no maior evento de tecnologia da América Latina.

Durante 3 dias nossa equipe foi para campo cobrir os principais acontecimentos do evento para serem noticiados em tempo real no nosso canal de notícias no WhatsApp. Agora você pode conferir na íntegra tudo o que aconteceu no Rio.

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Dia 1 – Abertura do Web Summit

O primeiro dia de evento foi repleto de palestras e conteúdos de valor relacionados à tecnologia.

No speak opening da arena 8, foram compartilhados insights sobre a aplicação da IA na Gerdau, que está utilizando essa tecnologia há 12 anos.

Aprendemos também sobre outra aplicação importante: detecção de fraude. Além disso, há casos interessantes de comportamento do cliente na Boticário, onde estão explorando o uso da IA para entender sensações a partir dos cheiros de seus produtos.

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The philosopher and the chatbot

A palestra que teve como participantes Mario Sergio Cortella, Pedro Cortella e Flavia Rosario, abordou como tema central a discussão sobre a importância das redes sociais para ampliar a exposição e as mensagens. Seu filho, da Agência Sophya, cuidou das redes sociais do pai, mantendo a essência dos conteúdos filosóficos enquanto os adaptava para o mundo digital.

Além disso, abordaram o uso do Manychat, uma ferramenta de automação, que ajudou a expandir o alcance dos conteúdos de Cortella, comunicando-se assertivamente com os seguidores e entendendo seus perfis individualmente.

Quanto ao futuro após alcançar 22 milhões de seguidores, Cortella destacou a importância da sustentação, buscando que sua presença nas redes não se limitasse a um mero negócio, mas sim tivesse um propósito claro.

No campo da inteligência artificial, Cortella compartilhou sua visão filosófica: via a IA como um recurso poderoso para automatização, porém alertou contra sua autonomia total, enfatizando a necessidade de manter o controle humano.

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Does AI have a role in digital transformation?

 Mediado por Fabiana Correa, editora da Forbes, o painel reuniu Gustavo Braz, Roberto Mameli e Sebastian Miserendino para responder à pergunta: A IA tem o poder de revolucionar como os gigantes operam na era digital?

Em Customer Experience (CX) a ferramenta é utilizada para ajudar os clientes a terem um melhor nível de criação de conteúdo usando dados na organização de eventos, por exemplo.

Para funcionários, adotam para melhorar decisões e uma melhor qualidade de vida, ajudando as pessoas a se concentrarem em atividades de maior valor.

Gustavo e Sebastian então destacaram a importância da estratégia e novas oportunidades de negócios. O Digital começa com uma estratégia clara e, depois disso, se escolhe o caminho. Nem toda IA se encaixa em todos os casos. É preciso analisar se as soluções se integram à sua infraestrutura e não a IA por si mesma: é o que seu cliente precisa ligado à sua estratégia.

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Billion Dollar Teams: The Future of an AI Powered Workforce

Realizada no stand do Itaú, a palestra tratou da relação da IA com o modelo de trabalho atual. Nas palavras de Ian Beacraft, CEO da Signal and Cipher, “Jobs are dead. Long live work”. Para ele, as profissões estão fadadas à extinção, porque a IA vai se tornar cada vez melhor em fazer coisas específicas.

As empresas que entenderem mais rápido esta nova realidade e se adaptarem a um modelo de trabalho mais flexível – com menos hierarquia e rigidez quanto ao regime e papéis das pessoas – sairá na frente.

E é daí que surge a oportunidade de utilizar das ferramentas oferecidas pelas IAs para capacitar e integrar os times, com skills que se complementem e que mantenham sua empresa em constante evolução.

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Will AI revolutionize fintech?

Na palestra conduzida por Rennan Setti, Rodrigo Cabernite e Aline Oliveira Pezente, foi explorado o potencial da inteligência artificial no setor de fintech.

Gyra+ foi pioneira ao implementar o 1º open finance e lançar o 1º Saas de crédito e, em parceria com o mercado livre, abriram caminho para inovações. Desde meados de 2018, Gyra+ começou a utilizar IA para score e previsão de crédito, expandindo depois para detecção de fraudes – um tema de crescente importância para muitas empresas.

Outro destaque fica por conta da Trybe, que lançou um aplicativo para finanças e análises de dados no mercado agrícola.

O uso de IA na área de Fintech ainda está em crescimento, com muito mais a oferecer. A ideia do Saas despertou interesse, com Gyra+ inicialmente usando os dados para si mesma, mas depois vendendo o acesso como serviço para outras empresas..

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Dia 2 – Segundo Dia de Evento

O segundo dia foi marcado, principalmente, pelas soluções desenvolvidas por meio das Inteligências Artificias e o seu impacto no presente e no futuro próximo.

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O Posto do Amanhã: Desafios e Oportunidades

A palestra foi uma colaboração entre Camila Jordão, diretora de Inovação na MJV, Léo Almeida, head de Vendas no Google, Sonia Barbosa, coordenadora de Tecnologia na Vibra, e Paula Lagreca, gerente executiva de Trade Marketing na Vibra. Entre os pontos discutidos está a transformação do posto de saúde em um hub para atender as necessidades do consumidor.

Hoje o cenário mudou, o consumidor não quer mais se deslocar entre o ponto a-b, indo ao posto apenas por necessidade. Por isso, o futuro é visto como um local que irá atender diversas demandas de mercado.

Neste sentido, atualmente possuem mais de 8 mil postos de saúde espalhados pelo Brasil e podem ajudar a distribuir diversos produtos. Para garantir a efetividade e a adaptação a essa nova realidade, um dos pontos chave é analisar, principalmente, a localização dos postos, considerando diversos dados correlacionados.

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Além dos laboratórios de inovação: integrando startups e corporações

A palestra realizada pela Claro em parceria com a startup Kido trouxe uma solução inovadora que pode revolucionar os projetos de oferta e demanda e de market scan.

Ao coletar informações de celulares Claro, o sistema traça visões de georreferenciamento, origem/destino e qual cliente está em determinado evento.

Alguns dos exemplos abordados na palestra envolve, por exemplo, a final da Libertadores, onde captaram qual era a faixa etária média dos torcedores e a quantidade de homens e mulheres.

Outra aplicação muito útil seria em grandes shows, como o do RBD. Em um evento com grande concentração de um público teen, a solução permite identificar até mesmo a classe social das pessoas ao redor.

Um acelerador potente e em tempo real que pode contribuir ativamente na construção de projetos.

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AI for the real world

A palestra contou com a participação de Cristina Criddle, Technology Correspondent da Financial Times, Todd Olson, Co-founder e C&O Pendo, e Vasco Pedro, Co-founder da Unbabel.

A IA se tornou acessível e palpável ao público geral com o Chat GPT, mas também levantou uma série de preocupações sobre a procedência das informações e a confiabilidade de suas soluções.

A explicação da IA está relacionada justamente com a confiança do consumidor, já que eles têm sido questionados sobre o algoritmo para chegar em determinadas análises e sugestões.

Para Todd, essa confiança ainda vai levar tempo, pois existe uma ameaça muito forte relacionada à importância no ambiente de trabalho. A maior preocupação atualmente é quanto ao destino e usabilidade dos nossos dados. Por isso, a cybersecurity é indispensável nesta jornada.

Contudo, é fato que ainda não nos preocupamos o suficiente com onde os dados estão sendo armazenados por essas empresas, principalmente quando falamos de gigantes, como o Google.

A IA vai continuar a otimizar e reduzir o trabalho operacional, abrindo espaço para a liberdade de criação. E é neste cenário que os engenheiros e cientistas tornam-se vitais para aprimorarem essas tecnologias. “IA is here and it’s not going anywhere”.

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Dreaming of a new communication strategy

A palestra foi uma colaboração de Andrea Bisker, Founder CEO & Board Member spark:off, Giovani Rivetti, CEO Context Criative Tech, e Luiz Telles, Co-founder & Chief Storytelling Officer A-Lab.

Os palestrantes são da Contex, um braço de tecnologia criativa do grupo Dreamers, que realiza eventos como Lollapalooza, The Town e Rock In Rio. O ponto é: a tecnologia precisa estar alinhada com a criatividade para manter e fomentar o interesse e curiosidade do público. Por isso, no futuro será impossível não ter carreiras hibridas de tecnologia e criatividade.

Quanto ao futuro da publicidade, é necessário incorporar cada vez mais experiências imersivas nos projetos, como realidade aumentada dentro de um storytelling criado por um humano.

Do ponto de vista da produção, a tecnologia vai acelerar essas histórias, mas como meio. A construção da publicidade sempre será centrada em pessoas e comunidades.

Com a computação visual, uma verdade irreversível é que não se tratará mais de telas, e sim de uma experiência imersiva e interativa em conteúdos e mídias.

Essa união vai entregar uma narrativa tanto para quem está presente fisicamente nos eventos quanto para quem está de fora. O mundo hoje é um grande tabuleiro de criar experiências e a publicidade precisa se adaptar para manter o público cativo.

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Leading through IA era

No painel sobre liderança na era da Inteligência Artificial, Emily Chiu, Co-fundadora & COO da TBD, Fabiane Ziolla Menezes, Editora Adjunta do The Brazilian Report, e Ludmila Pontremolez, Co-fundadora & CTO da Zippi, destacaram diversos desafios e oportunidades.

Uma questão central abordada foi a complexidade da estruturação e gestão de dados, reconhecida como a maior dificuldade enfrentada pelos mercados brasileiros. Para superar esse obstáculo, foi sugerido o uso de técnicas de Machine Learning para integrar e customizar as bases de dados, especialmente aquelas contendo informações financeiras, de acordo com as necessidades específicas dos clientes.

Além disso, enfatizou-se a importância das ferramentas de IA para impulsionar a produtividade dos colaboradores, destacando a necessidade de treinamento contínuo dessas ferramentas para atender às demandas das empresas.

A IA Generativa foi mencionada como uma tecnologia com potencial para redefinir o próprio conceito da internet, enquanto se discutia sobre as implicações da IA na reinvenção do sistema financeiro global, incluindo aspectos como compliance, segurança e identificação de indivíduos.

Em relação à segurança digital, foi ressaltada a importância de garantir a autenticidade das identidades online, assim como a necessidade de cautela no compartilhamento de dados, considerando a descentralização crescente do acesso a informações sensíveis na internet, as quais são frequentemente utilizadas para treinar sistemas de IA.

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Digital or die? The future of Money

O painel conduzido por Elaine Moore, Deputy Editor da Lex Column do Financial Times, Ricardo Guerra, CTO do Itaú Unibanco, e Wagner Ruiz, Co-fundador e Membro do Conselho da EBanx, enfatizou como a tecnologia está transformando os modelos de negócio. Empresas que não se adaptarem correm o risco de enfrentar consequências.

Destaque para a Inteligência Artificial Generativa, que mostrou o potencial tecnológico de maneira ampla para o público. Durante a palestra, foi discutido o contínuo desenvolvimento do PIX, prevendo sua evolução centrada no cliente.

De modo geral, as inovações estão se espalhando globalmente, constantemente desafiando e redesenhando os modelos de negócio. Este cenário destaca a necessidade de adaptação e investimento para acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas.

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Pocket banker: AI’s banking Revolution

Ministrada pelo CTO do Nubank, Vitor Oliveira, a palestra explorou como o banco está utilizando da IA para aprimorar os serviços ao consumidor.

A tecnologia virou o motor transformador que tem mudado ativamente a relação com os clientes. Vitor ressaltou que sua principal recomendação quanto à IA, e que é aplicada na empresa, é a priorização em oferecer o melhor serviço e experiência ao consumidor, mesmo que isso signifique perder dinheiro.

Alguns cases foram compartilhados e que demonstram a estratégia da empresa em se adaptar às necessidades e ao dia a dia dos clientes. Por exemplo, ao notar um crescimento incomum na receita, foi verificado que os clientes que normalmente pagavam em dia, mas por algum motivo atrasavam, pagavam integralmente em seguida.

A decisão tomada para fidelizar o consumidor foi não o penalizar com a perda de créditos devido ao atraso no pagamento da fatura.

Outra situação verificada pela IA foi que um bug removeu acidentalmente a notificação de lembrete de pagamento. Novamente, para evitar a perda do cliente e possíveis reclamações, a estratégia foi ativar o lembrete.

São ações triviais do cotidiano que podem ser auxiliadas pela IA como forma de melhorar a experiência do cliente com seu serviço e/ou produto, o fidelizando em cenários em que poderiam sofrer algum tipo de penalidade em outras empresas, como o atraso no pagamento de uma conta.

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Next level: Is AI a threat or tool for data security?

A palestra realizada no stand da Claro é uma parceria entre Diego Aristides, CTO of Hospital Sírio-Libanês, Gustavo Brigatto, Tech Specialist, e Paulo Martins, Embratel´s Security Information Director.

Atualmente o setor de saúde enfrenta dificuldades para lidar com dados sensíveis, em saber como aplicar a IA ao negócio e em gerar novos negócios, democratizando o acesso à saúde.

Uma particularidade deste setor é que tudo está conectado, desde a área de logística até a de telecomunicações. Justamente devido a essa conexão com o ecossistema, o CTO do Sírio Libanês se comprometeu a provocar o time para gerar mais negócios e facilitar o acesso à saúde por mais pessoas.

Para Bruno Pina, a tendência é que as casas se tornem o point of care. Ele compartilha que o setor de saúde não teve tempo de amadurecer em termos de segurança.

Existe uma preocupação real sobre o que é feito com os dados dos pacientes, principalmente neste momento em que há muito pacientes em suas casas, além do hospital.

Os desafios se concentram, sobretudo, em como configurar a IA de forma correta, em como definir para quais fins você irá utilizá-la e como proceder de forma segura e consciente.

A aposta é que a hipersegmentação dos dados e dos assuntos relacionados ao hospital se torne uma tendência nos próximos anos. Com essa IA, é possível direcionar de forma mais simples e prática os pacientes dentro das diversas especialidades médicas.

Acredita-se até que a IA possa diagnosticar um paciente em um futuro próximo. Porém existem riscos que devem ser tratados com seriedade, como a possibilidade de um hacker utilizar a IA para criar um exame falso, alterar exames ou enviar laudos médicos adulterados que podem resultar no comprometimento da saúde física do paciente.

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Dia 3 – Último Dia de Evento

AI and the future of logistics

O painel liderado por Rodrigo Mourad, CEO da Cobli, Cristiano Koga, CEO & Diretor Executivo da Modern Logistics, e Kristina Lucrezia Cornèr, Editor-at-Large do Cointelegraph, destacou várias tendências e impactos da inteligência artificial no setor.

A inteligência artificial tem sido empregada para rastrear e monitorar todas as etapas de supply chain, resultando em ganhos de eficiência significativos de 15% a 18% em países europeus. Além disso, sua utilização permite a automação de processos repetitivos e tomadas de decisão autônomas, substituindo tarefas anteriormente realizadas por humanos e contribuindo para a redução do desperdício.

Embora mais de 6.000 clientes no Brasil estejam utilizando tecnologias de IA em diferentes estágios de adoção, muitas empresas ainda enfrentam desafios. Muitas delas não têm clareza sobre onde aplicar a IA ou ainda não possuem a infraestrutura necessária para isso.

O painel ressaltou a importância de primeiro estruturar os casos de uso da IA, em vez de simplesmente tentar implementá-la sem um planejamento adequado. É crucial estabelecer uma estrutura sólida, que inclua o ciclo de vendas e promova uma cultura de inteligência artificial dentro das organizações.

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What 20 million brazilians want to know about your brand

A masterclass contou com a participação do Time do Reclame Aqui, sendo apresentada por Alvaro Souza, Head Growth, Chico Recalde, Marketing Head, e Felipe Paniago, CMO da empresa.

Os principais insights estavam relacionados a estratégia de branding no mercado brasileiro. Para a plataforma, um dos pontos de virada para o crescimento do negócio foi a utilização do SEO e a melhor indexação do site.

Uma das grandes preocupações é em como garantir que as estratégias de negócio estejam alinhadas aos interesses dos clientes.

Segundo dados de pesquisas realizadas pelo Google, atualmente a maior preocupação do consumidor é quanto a confiabilidade da empresa, acima do preço.

Outro dado interessante é que a jornada digital está menos linear e mais individual, ou seja, o consumidor pode ter infinitos caminhos até chegar ao ato da compra, sendo movido por gatilhos de consumo.

A plataforma tem construído uma base de usuários fiéis e um histórico de credibilidade influente. De acordo com o time do Reclame Aqui, a ausência no ecossistema do site afeta diretamente na confiança da marca, principalmente se tratando de marcas pequenas que tem um custo de aquisição de cliente (CAC) muito maior.

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Bringing a brand to life

O painel conduzido por Liza Enebeis, Diretora Criativa e Sócia do Studio Dumbar/Dept, explorou diversas aplicações práticas e inovadoras para dar vida a marcas.

Liza exemplificou o uso da criatividade em festivais e premiações, destacando a praticidade e a eficácia dessas abordagens. Para ela, a questão de “menos é mais” não se aplica. Segundo suas palavras, não há nada a perder ao utilizar uma variedade de elementos para criar uma experiência imersiva.

Um exemplo concreto é o Motion Design Festival, iniciativa que surgiu com 80 telas, 4 video walls, operando 24 horas e atraindo 250 mil visitantes. Liza enfatizou que tudo no festival é uma peça de arte que pode se transformar constantemente ao longo do tempo.

O sucesso do festival levou a várias edições subsequentes, culminando na divulgação de que o DEMO Festival estará presente em diversas cidades em 2025. Terminou o painel com um apelo para que o mercado brasileiro também se envolva nessa iniciativa, demonstrando o potencial para uma expansão global.

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Data Culture: The path for achieving better results

Direto do stand da SENAC RJ, a palestra foi voltada, principalmente, para discutir como estratégias baseadas em dados podem orientar equipes e impulsionar o crescimento organizacional.

De uma forma prática, a ferramenta desenvolvida pela Cappra Institute promete correlacionar os ecossistemas das Inteligências Artificiais, é o Radar Data Thinking.

Ela funciona como um radar que mapeia e analisa os usos das IA’s, classificando 10 grandes áreas. Dentro dos itens analisados estão casos de uso, aplicações e quem faz o que.

É uma ferramenta interativa que, ao acessar o link, navega por ele relacionando com o ecossistema de IA. Entre os temas estão AI-Driven, Algoritmo Chefe e Alucinações Artificiais.

Cada tópico tem relatório com resumos, descrições e infográficos. Além disso, tem “bolinhas” internas, que são evidências de que aquela aplicação existe, com referência à fonte e como qual sua aplicação e influência na sociedade.

Por exemplo, dentro de AI-Driven é possível colher insights de contexto, impacto econômico organizacional e referências onde o tema pode ser encontrado.

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