O varejo farmacêutico brasileiro vive um ciclo de crescimento de receita, lucro e consolidação por aquisição. Mas, para sustentar essa expansão, grandes redes precisam ir além da compra de lojas e resolver o desafio de integrar cadeias de abastecimento, logística, marca própria e canais digitais.
O custo logístico no Brasil deve representar 15,5% do PIB em 2025, contra 8,8% nos Estados Unidos. Mais do que um problema de infraestrutura, essa diferença revela a importância de revisar malhas logísticas com tecnologia, dados e simulação de cenários para tomar decisões mais eficientes e resilientes.
A possível liberação da venda de medicamentos em supermercados coloca o varejo alimentar diante de uma decisão estratégica: operar uma farmácia própria, adotar o modelo store-in-store ou atuar por meio de convênio com redes licenciadas. Mais do que uma disputa por preço, o movimento envolve compliance regulatório, dados de consumo, integração com saudabilidade e definição de modelo operacional.
Parceiros de +100 empresas na jornada da construção do futuro




















Estamos prontos para conhecer seu desafio e construir juntos soluções para vida real