A inteligência artificial já ocupa espaço permanente nas discussões corporativas, mas familiaridade com o tema está longe de significar capacidade real de aplicação. Em coluna para a Revista Gestão RH, Alexandra D’Azevedo Nunes, HR & People Director da Peers Consulting + Technology, chama atenção para a necessidade de preparar líderes e equipes para experimentar, avaliar e incorporar a IA ao trabalho.
Os resultados dos bancos no 2T26 mostram diferenças relevantes de retorno. Em análise publicada pelo Monitor Mercantil, Tiago Couto, Managing Director da Peers Consulting + Technology, aponta a qualidade dos ativos, com o custo do crédito afetando o setor de forma mais ampla.
Essa análise foi levada à Exame por Admar Corrêa, Executive Director, e Rangel Turatti, Associate Senior Manager, ambos da Peers Consulting + Technology, que mostram como o critério de competitividade do setor migrou da disputa por aquisições para a capacidade de transformar crescimento em EBITDA e geração de caixa.
O débito técnico deixou de ser apenas um desafio de TI para se tornar uma questão estratégica que afeta diretamente a velocidade operacional, a eficiência e a capacidade de inovação. Entenda como empresas mais maduras estão revertendo esse cenário para garantir crescimento sustentável.
A atualização da NR-1 amplia o papel das empresas na gestão de riscos ocupacionais ao incluir saúde mental e fatores psicossociais como temas formais de monitoramento. A adequação exige ações preventivas, revisão de práticas de liderança, acompanhamento de indicadores e integração da saúde mental à governança de pessoas e riscos.
A aquisição de 66,7% da participação do GPA na Stix Fidelidade pela RD Saúde reforça uma movimentação estratégica de controle, simplificação operacional e monetização de ativos. A transação preserva benefícios para associados, reduz impactos operacionais e amplia o potencial de integração da plataforma de fidelidade ao ecossistema da RD Saúde.
O split payment na Reforma Tributária altera a dinâmica de recebimento das empresas ao prever a retenção automática de tributos no momento do pagamento. A mudança pode impactar diretamente o fluxo de caixa, exigindo revisão de sistemas, processos financeiros, planejamento tributário e governança operacional.
O avanço da cibersegurança no Brasil reflete uma mudança estrutural no risco corporativo. À medida que empresas digitalizam operações e aceleram a adoção de inteligência artificial, também ampliam sua superfície de exposição a ataques, vazamentos e interrupções operacionais.
O planejamento tributário deixa de ser apenas uma agenda fiscal e passa a exigir integração operacional, revisão de margens e uso intensivo de tecnologia. Antecipar essas mudanças garante previsibilidade e reduz os riscos de adaptação ao novo modelo estrutural.
A experiência do cliente transformou-se em uma alavanca estratégica de negócios, indo muito além do atendimento tradicional. Uma atuação especializada conecta jornada, operação, dados e tecnologia para impulsionar a retenção, a eficiência operacional e o crescimento sustentável das empresas.
A Governança de TI deixou de ser apenas controle tecnológico e passou a funcionar como mecanismo de coordenação entre tecnologia, negócio, dados e tomada de decisão. Empresas mais maduras usam governança para aumentar eficiência, segurança, priorização, integração operacional e capacidade de escalar inovação com controle.
A simulação na Reforma Tributária deixou de ser apenas um cálculo fiscal e passou a apoiar decisões financeiras e estratégicas. Antecipar cenários com dados integrados e visão de toda a cadeia operacional é essencial para reduzir riscos e ganhar previsibilidade na transição.
O novo modelo tributário exige que empresas de serviços adaptem processos, sistemas e contratos à lógica de destino do consumo. Mais do que recalcular alíquotas, o desafio real está na reestruturação financeira e tecnológica para garantir a conformidade e proteger as margens.
A inclusão dos riscos psicossociais na NR-1, norma que estabelece as disposições gerais de gerenciamento de riscos ocupacionais no Brasil, desloca a saúde mental do campo das iniciativas isoladas de bem-estar para o centro da gestão de riscos, da governança e da continuidade operacional.
Para as empresas, a mudança não representa apenas uma nova obrigação regulatória. Ela exige uma revisão mais profunda sobre como o trabalho é organizado, monitorado e sustentado ao longo do tempo.
O agronegócio brasileiro exportou US$ 169,2 bilhões em 2025, mas acumulou R$ 287 bilhões em perdas por eventos climáticos extremos entre 2013 e 2022. Pujança e vulnerabilidade coexistem na mesma operação.
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