A produtividade com IA ganha escala quando a inteligência artificial é integrada a processos, dados e decisões de negócio. O avanço depende da identificação de oportunidades, da preparação tecnológica, da governança e da mensuração dos resultados gerados.
Os resultados do segundo trimestre de 2026 mostram que a recuperação do setor de saúde continua, mas em ritmos diferentes entre as companhias. Rede D’Or e Fleury avançaram em indicadores de rentabilidade, enquanto Hapvida e Oncoclínicas ainda enfrentam pressões relevantes.
Em entrevista concedida ao Futuro da Saúde, Alex Osoegawa, Executive Director na Peers, analisa os resultados do segundo trimestre de 2026 e os desafios de eficiência do setor.
Em artigo publicado no Investing.com, Maria Fernanda Del Fiorentino, Associate Manager na Peers, analisa um contraste importante: algumas empresas já registram ganhos expressivos de produtividade com IA, mas esse efeito ainda não aparece de forma relevante nos indicadores da economia brasileira.
Entre 2019 e 2025, a produtividade do trabalho no Brasil cresceu, em média, 0,6% ao ano. No acumulado do período, o avanço foi de 3,5%, enquanto o valor adicionado da economia aumentou 13,9% e a população ocupada, 10%.
Ao mesmo tempo, organizações mais avançadas no uso de IA já conseguem ampliar significativamente sua capacidade de entrega e reduzir tempo e custos em processos específicos.
Esse contraste levanta uma questão central: se os ganhos já aparecem dentro das empresas, o que ainda falta para que cheguem à produtividade do país?
Grande parte das empresas trata o transporte de saída como disciplina estratégica, com mesa de frete, TMS e negociação ativa. O inbound, o transporte que traz matéria-prima e insumos até a fábrica ou o CD, raramente recebe a mesma atenção. Esse ponto cego tem um custo real, embutido no preço de compra, que a empresa paga integralmente sem nunca ter visibilidade sobre o que está financiando na cadeia do fornecedor.
O lucro cresceu, a receita subiu, as metas foram batidas. A margem operacional não fecha. O custo de servir logística corrói o resultado em silêncio porque o transporte não habita um único endereço contábil.
Empresas que operam no transporte rodoviário de cargas precisam olhar para um número que mudou o ambiente regulatório do setor: 37,5 mil autuações da ANTT em 2025 por descumprimento do piso mínimo de frete. O crescimento de 8,7 vezes em relação ao ano anterior não é coincidência, é o resultado direto da fiscalização eletrônica via MDF-e. O risco deixou de ser abstrato: multas, embargos de carga e litígios trabalhistas já são consequências concretas para operações que acreditavam estar em conformidade.
Enquanto a maioria das empresas discute o custo de frete como uma questão de tabela e negociação, um problema estrutural mais silencioso avança em paralelo: falta motorista.
A capacidade de transporte rodoviário no Brasil está encolhendo, e a disputa por caminhão qualificado mudou de natureza. Preço ainda importa, mas o que define quem garante capacidade operacional é a qualidade da relação com o transportador.
No frete fracionado (LTL), a carga compartilha o veículo com outros embarcadores, e o custo é rateado por peso, volume ou posição ocupada. No frete lotação (FTL), o veículo é dedicado a um único cliente, o que reduz o custo por unidade transportada, mas exige volume suficiente para justificar o ativo dedicado.
O primeiro movimento para escalar GenAI é estratégico, não tecnológico. Empresas líderes avançam porque conectam IA ao modelo operacional, ao P&L e às dores reais do negócio, transformando pilotos isolados em valor sustentável e vantagem competitiva.
O ROI em IA Generativa acontece quando a GenAI deixa de atuar apenas na eficiência operacional e passa a impactar diretamente a geração de receita. O caso da Mitsui Sumitomo mostra como a tecnologia pode sair do backoffice e se tornar motor de crescimento, vendas e vantagem competitiva.
A produtividade com GenAI gera vantagem competitiva quando a eficiência operacional deixa de ser apenas ganho de tempo e passa a impactar diretamente o P&L. O valor aparece quando a tecnologia reduz erros, acelera decisões e transforma a operação em motor de crescimento.
A experiência do cliente com IA ganha força quando a GenAI deixa de ser aplicada apenas para eficiência interna e passa a impactar diretamente a jornada do consumidor. O avanço acontece quando empresas combinam personalização, governança, escala e foco real no cliente.
A escala 6×1 é um dos modelos de jornada mais utilizados no Brasil, especialmente em operações que exigem continuidade de atendimento e cobertura ao longo da semana. Neste artigo, você entenderá suas regras, direitos, vantagens, desafios e impactos para empresas e colaboradores.
Empresas de médio e grande porte costumam receber da diretoria financeira uma demanda direta: “reduza o custo de frete em 15% neste trimestre”. A resposta natural é renegociar tabelas e trocar transportadoras, e na maioria dos casos o resultado é frustrante. O frete caro raramente nasce no departamento de transportes. Ele reflete decisões estratégicas tomadas pelo Comercial, Supply, Operações e TI muito antes de qualquer nota fiscal ser emitida.
O Brasil lidera rankings de ataques cibernéticos na América Latina por razões estruturais: alta conectividade, baixo letramento digital e um ecossistema criminoso profissionalizado. O problema já não é de TI. É de continuidade operacional e gestão de risco corporativo.
Quem faz essa leitura é Marcelo Shiramizu, CEO da ACTAR Peers Group, consultoria com mais de três décadas de atuação na proteção de organizações contra riscos digitais, que faz parte do Peers Group, grupo formado também pela Peers Consulting + Technology.
Ouvido pelo Valor Econômico na edição especial de Segurança Digital, publicado em 30 de junho de 2026, Shiramizu é direto: executivos que ainda tratam cibersegurança como uma linha no orçamento de tecnologia estão operando com um modelo de decisão desatualizado.
Parceiros de +100 empresas na jornada da construção do futuro




















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