A inteligência artificial já está presente em diferentes áreas das empresas, mas levar uma solução bem-sucedida para centenas ou milhares de usuários exige uma estrutura diferente daquela utilizada nos primeiros testes. A escalabilidade de IA depende da capacidade de integrar tecnologia, dados, processos, governança e custos para que os resultados possam crescer junto com a adoção.
Em matéria publicada pelo IT Forum, Bruno Horta, Executive Director na Peers, analisa os resultados do estudo “Do piloto ao resultado: a rentabilidade da IA” e os diferentes níveis de maturidade das empresas na adoção de GenAI. Os dados mostram que 40,7% das empresas pesquisadas conseguem comprovar retorno financeiro, além de revelar um período de maior dificuldade na transição dos projetos-piloto para iniciativas integradas à operação.
O varejo fechou 45,9 mil vagas com carteira assinada no primeiro semestre de 2026, o pior resultado para um início de ano desde a pandemia, enquanto o restante da economia criou 921 mil empregos. Em reportagens publicadas pela Folha de S.Paulo e pelo Valor Econômico, o levantamento da Peers Consulting + Technology mostra que 23% dos apostadores online reduziram gastos com roupas e calçados para apostar, e 19% cortaram despesas com supermercado.
A implementação de agentes de IA autônomos avança mais rápido do que a capacidade das empresas de acompanhar as decisões tomadas por eles. Para quem lidera TI e operações em empresas grandes, o problema real está em como controlar esses agentes, não na tecnologia em si.
Em análise para o Investing, Guilherme Sales, Executive Director da Peers Consulting + Technology, destaca que, em um cenário de capital caro e consumo pressionado, crescer com margem exige mais precisão na alocação de recursos. A eficiência operacional passa a conectar custos, produtividade e capacidade de crescimento em uma mesma agenda.
Em 2025, as apostas movimentaram R$ 37 bilhões no Brasil e reuniram 25,2 milhões de CPFs apostadores. Em análise feita para o Guia da Farmácia, Rangel Turatti, Associate Manager na Peers, aponta que esse avanço exige uma leitura mais granular de consumo, recorrência e margem.
A inteligência artificial já ocupa espaço permanente nas discussões corporativas, mas familiaridade com o tema está longe de significar capacidade real de aplicação. Em coluna para a Revista Gestão RH, Alexandra D’Azevedo Nunes, HR & People Director da Peers Consulting + Technology, chama atenção para a necessidade de preparar líderes e equipes para experimentar, avaliar e incorporar a IA ao trabalho.
Os resultados dos bancos no 2T26 mostram diferenças relevantes de retorno. Em análise publicada pelo Monitor Mercantil, Tiago Couto, Managing Director da Peers Consulting + Technology, aponta a qualidade dos ativos, com o custo do crédito afetando o setor de forma mais ampla.
Essa análise foi levada à Exame por Admar Corrêa, Executive Director, e Rangel Turatti, Associate Senior Manager, ambos da Peers Consulting + Technology, que mostram como o critério de competitividade do setor migrou da disputa por aquisições para a capacidade de transformar crescimento em EBITDA e geração de caixa.
Os impactos da escala 6×1 vão muito além do cumprimento da legislação trabalhista. O modelo influencia produtividade, engajamento, experiência do colaborador e retenção de talentos, e empresas mais maduras já usam dados para entender esses efeitos na prática.
Em entrevista à SA+, Alexandra Nunes, HR & People Director na Peers Consulting + Technology, comenta que empresas do varejo alimentar não precisam esperar a aprovação definitiva da PEC do fim da escala 6×1 para começar a se preparar. A proposta já foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e caminha para consolidar a escala 5×2 como novo padrão do setor.
O impacto das bets no consumo das famílias amplia a pressão sobre um orçamento já comprometido por juros elevados, endividamento e aumento dos preços. Em análise publicada pela CZ App, Andreas Bethanis, Head of Research da Peers Consulting + Technology, avalia como esse movimento afeta frequência de compra, ticket médio e previsibilidade de receita no varejo.
Uma mudança de escala impacta muito mais do que a jornada de trabalho dos colaboradores. Ela exige análise de demanda, capacidade operacional e produtividade para que a operação continue entregando resultados sem comprometer qualidade e atendimento.
Agentes de IA vão além dos chatbots tradicionais e são capazes de executar tarefas e processos completos, aproximando a inteligência artificial da operação do negócio. Empresas já utilizam agentes em áreas como logística, finanças, RH, tecnologia e cibersegurança, e o desafio deixou de ser o acesso à tecnologia para se tornar a capacidade de gerar valor em escala.
Um agente de IA pode operar sem falhas técnicas e, ainda assim, tomar decisões erradas, um problema que o monitoramento tradicional não detecta. A Observabilidade de IA amplia essa visão ao acompanhar como modelos e agentes usam dados, decidem e geram impacto para o negócio, tornando-se um requisito de segurança, governança e confiança à medida que a IA assume tarefas mais críticas.
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