[titulo_do_artigo] CDPeers Group abre mais de 20 vagas para estágio em consultoria e tecnologia [/titulo_do_artigo] [...]
[titulo_do_artigo] Shadow AI: 66% dos executivos suspeitam de uso não autorizado de IA generativa [/titulo_do_artigo] [...]
Um Centro de Excelência em IA (CoE de IA) conecta iniciativas dispersas, estabelecendo padrões e governança para que a inteligência artificial avance com estratégia e escala, sem criar novos silos operacionais na organização.
O crescimento do Shadow AI nas empresas expõe um descompasso entre a agilidade buscada pelos colaboradores e as diretrizes corporativas. Para equilibrar produtividade e segurança, as organizações precisam evoluir sua governança adotando ferramentas oficiais ágeis e monitoramento contínuo.
A análise do segundo trimestre de 2026 no setor de saúde suplementar revela como a gestão de custos operacionais e o controle da estrutura de capital foram decisivos para os resultados financeiros das empresas.
Os resultados do segundo trimestre de 2026 mostram um setor hospitalar com demanda forte, mas desempenhos bastante diferentes entre as empresas.
Em entrevista à Medicina S/A, Alex Osoegawa, Executive Director e Head de Saúde na Peers, analisa como geração de caixa, estrutura de capital, controle de custos e maior seletividade devem orientar as decisões do setor nos próximos ciclos.
A produtividade com IA ganha escala quando a inteligência artificial é integrada a processos, dados e decisões de negócio. O avanço depende da identificação de oportunidades, da preparação tecnológica, da governança e da mensuração dos resultados gerados.
Os resultados do segundo trimestre de 2026 mostram que a recuperação do setor de saúde continua, mas em ritmos diferentes entre as companhias. Rede D’Or e Fleury avançaram em indicadores de rentabilidade, enquanto Hapvida e Oncoclínicas ainda enfrentam pressões relevantes.
Em entrevista concedida ao Futuro da Saúde, Alex Osoegawa, Executive Director na Peers, analisa os resultados do segundo trimestre de 2026 e os desafios de eficiência do setor.
Em artigo publicado no Investing.com, Maria Fernanda Del Fiorentino, Associate Manager na Peers, analisa um contraste importante: algumas empresas já registram ganhos expressivos de produtividade com IA, mas esse efeito ainda não aparece de forma relevante nos indicadores da economia brasileira.
Entre 2019 e 2025, a produtividade do trabalho no Brasil cresceu, em média, 0,6% ao ano. No acumulado do período, o avanço foi de 3,5%, enquanto o valor adicionado da economia aumentou 13,9% e a população ocupada, 10%.
Ao mesmo tempo, organizações mais avançadas no uso de IA já conseguem ampliar significativamente sua capacidade de entrega e reduzir tempo e custos em processos específicos.
Esse contraste levanta uma questão central: se os ganhos já aparecem dentro das empresas, o que ainda falta para que cheguem à produtividade do país?
O cartão de crédito consolidou espaço no varejo e passou a concentrar uma fatia cada vez maior das compras. No estado de São Paulo, sua participação subiu de 39,4% em 2023 para 43,6% em 2026, enquanto o dinheiro em espécie caiu de 17,9% para 11,3%.
Em matéria publicada no Diário do Comércio, Admar Corrêa, Executive Director na Peers Consulting + Technology, analisa como o crédito segue relevante para estimular compras, especialmente no varejo de moda, ao mesmo tempo em que amplia a necessidade de acompanhar inadimplência e capacidade de pagamento dos consumidores.
Durante anos, ampliar o sortimento foi uma estratégia recorrente no varejo. Com o aumento do custo do capital e a evolução das ferramentas de dados, cresce a atenção sobre quais SKUs realmente contribuem para vendas, margem e experiência do consumidor.
Em participação na Revista SA+, Admar Corrêa, Executive Director na Peers, analisa os fatores que vêm impulsionando a racionalização do sortimento e os indicadores que ajudam varejistas a tomar decisões mais precisas sobre o mix.
A logística exige decisões cada vez mais complexas, influenciadas por demanda, capacidade, custos de transporte, nível de serviço e mudanças regulatórias.
Em artigo publicado na Mundo Logística, Rodrigo Pessotto Almeida, Associate Engagement Manager, e Yuri Damazo Zanferrari, Associate Manager, analisam como os Digital Twins aplicados à logística podem apoiar decisões com mais previsibilidade.
A IA em seguros ganha espaço à medida que seguradoras buscam mais eficiência, capacidade analítica e agilidade em processos que tradicionalmente exigem grande volume de informações e trabalho operacional.
O potencial se estende por diferentes etapas da cadeia, desde a análise de documentos até subscrição, sinistros e relacionamento com clientes. Para transformar essas possibilidades em resultados, as seguradoras precisam conectar tecnologia, processos, pessoas, governança e métricas de negócio.
A arquitetura de IA empresarial define como dados, modelos, agentes, sistemas, segurança e governança trabalham juntos para permitir que aplicações de inteligência artificial avancem dos primeiros experimentos para uma operação integrada e escalável.
A logística exige decisões cada vez mais complexas, influenciadas por demanda, capacidade, custos de transporte, nível de serviço e mudanças regulatórias.
Em artigo publicado na Mundo Logística, Rodrigo Pessotto Almeida, Associate Engagement Manager, e Yuri Damazo Zanferrari, Associate Manager, analisam como os Digital Twins aplicados à logística podem apoiar decisões com mais previsibilidade.
Parceiros de +100 empresas na jornada da construção do futuro




















Estamos prontos para conhecer seu desafio e construir juntos soluções para vida real