Em matéria publicada pelo Portal ERP, Bruno Horta, Executive Director na Peers, analisa os desafios para transformar investimentos em IA generativa em resultados financeiros comprovados. A partir dos dados do estudo Gerando valor com GenAI, realizado pela Peers em parceria com o Tec Institute e publicado pela MIT Technology Review Brasil, a análise mostra como escala, governança e maturidade influenciam a geração de valor com GenAI.
Grandes empresas precisam estruturar a governança de IA considerando maturidade de dados, exposição regulatória, capacidade interna, accountability e urgência do conselho. A escolha entre construção interna, consultoria especializada e plataforma pode evoluir conforme a organização amplia o número de sistemas de IA em operação.
A decisão de automatizar processos financeiros já foi tomada em praticamente todos os setores. O que ainda está em aberto é a metodologia: se a tecnologia escolhida gera retorno de verdade na operação, ou se vira mais um piloto que funcionou em ambiente controlado e nunca chegou a escalar.
O McKinsey AI Trust Maturity Survey 2026, realizado com cerca de 500 organizações, mostra que a maturidade média das empresas em governança responsável de IA é de apenas 2,3 pontos em uma escala de 4. O dado revela um descompasso entre a velocidade de adoção da inteligência artificial e a capacidade das organizações de controlar seu uso de forma estruturada.
Ao mesmo tempo, empresas aceleram projetos de IA generativa e agentes autônomos enquanto conselhos, processos internos e mecanismos de supervisão evoluem em ritmo mais lento, reflexo do próprio paradoxo da agilidade que atravessa a tecnologia corporativa como um todo.
Em análise publicada na MIT Technology Review Brasil, Everton Amorim, IT Managing Director da Peers, e Marcello Mussi, Managing Director e Board Member da Peers, defendem que a governança deixou de ser uma preocupação futura para se tornar uma condição necessária para escalar IA com segurança.
O mercado segurador chegou a 2025 com o maior índice de fraudes da série histórica analisada pela Peers, com percentual de sinistros suspeitos crescendo 15% em relação ao ano anterior. Esse cenário é um alerta para diretores de sinistros, compliance e tecnologia que precisam justificar investimento em detecção antes que a fraude comprometa o resultado técnico da companhia.
Em análise para a Revista Apólice, Alexandre Sgarbi, diretor executivo da Peers, afirma que as frentes de aplicação das fraudes estão hoje muito mais sofisticadas e que os métodos tradicionais de checagem perderam eficácia diante desse cenário.
Em coluna para o Canaltech, Marcello Mussi, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, comenta que a pressão por acelerar entregas de tecnologia nunca foi tão intensa, mas o aumento dos riscos nem sempre recebe a mesma atenção.
Em análise para a Revista Gestão RH, Alexandra D’Azevedo Nunes, HR & People Director, comenta que rightsizing costuma ser confundido com downsizing, quando na prática trata-se de alinhar estrutura, pessoas, capacidades e custos à estratégia do negócio.
A reação inicial da liderança diante de pressão de custo parece óbvia, cortar, mas essa pergunta chega rápido demais, antes de qualquer diagnóstico.
Em análise feita para o Investing.com, Jacqueline Barros, Associate Manager na Peers Consulting + Technology, comenta que os 3 modelos de Split Payment previstos na LC nº 214/2025 viraram decisão central de infraestrutura tecnológica dentro das empresas. Para quem opera em ciclos B2B de 60 a 120 dias, entender essa mecânica de retenção automática de IBS e CBS passou a orientar decisões de arquitetura de sistemas.
A reforma tributária vai atingir praticamente toda a jornada do seguro, da elaboração e comercialização do produto até a cobrança, o pagamento de indenizações e a apuração dos tributos. Para seguradoras que ainda tratam a mudança como demanda do departamento fiscal, o risco de chegar tarde é real. Em análise publicada pela Revista Apólice, Alexandre Sgarbi, Executive Director da Peers Consulting + Technology, aponta o que está em jogo e onde estão as oportunidades para quem se antecipar.
O índice de glosas iniciais sobre o faturamento hospitalar saltou de 11,89% em 2023 para 15,89% em 2024, segundo o Observatório ANAHP 2025. Esse número não é apenas um indicador contábil.
O aumento das glosas é apenas o sintoma mais visível de um problema maior: a deterioração da relação entre operadoras e prestadores. É esse cenário que Felipe Baran, Associate Manager, e Alex Osoegawa, Executive Director da Peers Consulting + Technology, analisam em artigo publicado no Saúde Digital News.
O Brasil deixou de ser apenas alvo de crimes digitais. Hoje é um dos principais centros mundiais de desenvolvimento e exportação de tecnologia para fraudes financeiras, com ferramentas comercializadas em mais de 90 países. Para as empresas brasileiras, isso significa que as ameaças que chegam de fora foram, em muitos casos, desenvolvidas aqui dentro.
O preço da gasolina subiu 5,4% desde o início dos conflitos no Oriente Médio enquanto o etanol caiu 11% em média no Brasil. Com safra projetada em recorde histórico de 709,1 milhões de toneladas e potencial elevação da mistura obrigatória para 32%, o mercado de etanol enfrenta forças simultâneas de oferta e demanda que apontam para estabilidade de preços, com janela favorável para gestores de supply chain estruturarem contratos de abastecimento agora.
A discussão nacional sobre o fim da escala 6×1 está concentrada nos impactos financeiros e nas alterações legislativas. O ponto que fica fora desse debate é o que vai custar mais caro na prática: a falta de preparação operacional. Empresas que tratarem a transição como um ajuste de folha vão descobrir tarde demais que o problema era outro. O artigo foi publicado no Correio da Bahia.
O setor de transporte é um dos mais ricos em dados de toda a cadeia de suprimentos. Documentos fiscais, registros de embarque, eventos de entrega, dados de roteirização, programação de docas. E mesmo assim, a maioria dos projetos de IA no transporte não sai do piloto. O motivo raramente está no algoritmo.
Quando a diretoria pede corte de custo de frete, o primeiro impulso é ligar para a transportadora. Mas empresas que tratam a redução de custo de transporte como projeto de renegociação de tabela deixam a maior parte do ganho na mesa. Existe um conjunto estruturado de alavancas capaz de capturar ganhos de dois dígitos, muito além dos 3% a 8% típicos de uma negociação isolada.
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