Os impactos da escala 6×1 vão muito além do cumprimento da legislação trabalhista. O modelo influencia produtividade, engajamento, experiência do colaborador e retenção de talentos, e empresas mais maduras já usam dados para entender esses efeitos na prática.
Em entrevista à SA+, Alexandra Nunes, HR & People Director na Peers Consulting + Technology, comenta que empresas do varejo alimentar não precisam esperar a aprovação definitiva da PEC do fim da escala 6×1 para começar a se preparar. A proposta já foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e caminha para consolidar a escala 5×2 como novo padrão do setor.
O impacto das bets no consumo das famílias amplia a pressão sobre um orçamento já comprometido por juros elevados, endividamento e aumento dos preços. Em análise publicada pela CZ App, Andreas Bethanis, Head of Research da Peers Consulting + Technology, avalia como esse movimento afeta frequência de compra, ticket médio e previsibilidade de receita no varejo.
O novo Plano Nacional de Educação amplia metas, detalha estratégias e eleva o nível de cobrança sobre capacidade de execução das redes de ensino. Mais do que aumentar investimentos, o desafio da próxima década será transformar planejamento em implementação consistente, com gestão integrada, monitoramento contínuo e uso estratégico de dados.
A reforma tributária e a mudança para a tributação no destino exigem um reposicionamento estratégico urgente do varejo brasileiro. O artigo analisa como o fim dos benefícios fiscais na origem impactará a malha logística, a estrutura de capital e as políticas de preços, transformando a eficiência operacional no principal fator de competitividade.
A transição para a tributação no destino, impulsionada pela reforma tributária, exige que o varejo brasileiro abandone modelos logísticos baseados em incentivos fiscais, como o “turismo de carga”. Para manter a competitividade, as empresas precisarão redesenhar suas malhas focando em eficiência operacional, proximidade ao consumidor e adequação tecnológica para mitigar novos riscos associados à geolocalização.
A introdução do Split Payment a partir de 2027 extinguirá o chamado float fiscal do varejo, impactando diretamente o capital de giro de setores com alto volume e baixa margem. O artigo detalha os novos riscos financeiros da transição tributária, os desafios tecnológicos e o papel estratégico das áreas de FP&A e tributária para evitar perdas contábeis e operacionais.
Em 7 de maio de 2026, a Peers Consulting + Technology, o CSCMP Roundtable Brazil e a GAM Tax reuniram líderes de supply chain para discutir os impactos práticos da Reforma Tributária nas operações. O encontro deixou uma conclusão clara: a reforma não é um projeto fiscal. É uma reorganização da lógica de decisão em compras, logística e estoque ao mesmo tempo.
O cronograma da Reforma Tributária prevê implementação gradual até 2033, com início operacional em 2026. CBS e IBS entram em etapas progressivas, substituindo tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS. Empresas que se prepararem antes tendem a reduzir riscos e ganhar eficiência.
A Reforma Tributária é a maior mudança no sistema de impostos brasileiro em décadas. O novo modelo substitui tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS por IBS e CBS, com transição progressiva até 2033. Para empresas, o impacto vai além do fiscal: envolve tecnologia, pricing, contratos, cadeia logística e competitividade.
O Imposto Seletivo é um novo tributo da Reforma Tributária brasileira com natureza regulatória, distinto do IBS e CBS. Seu impacto vai além da área fiscal: pode alterar preço, demanda, margem e estratégia comercial de setores como varejo, indústria, distribuição e bens de consumo. Empresas que antecipam cenários saem na frente.
O crescimento das apostas esportivas digitais está mudando a forma como parte das famílias brasileiras distribui sua renda. Para executivos de varejo, serviços financeiros e educação, o tema deixou de ser apenas uma discussão sobre entretenimento ou regulação.
As bets passaram a competir diretamente por atenção, liquidez e orçamento, criando novos desafios para margem, retenção, planejamento de demanda e gestão de risco.
A gestão inteligente da carga tributária protege o caixa e impulsiona o crescimento corporativo. Entender as regras e revisar processos garante a eficiência para investimentos mais seguros.
A transição tributária é um processo contínuo que vai muito além de ajustes fiscais. Empresas que se antecipam conseguem transformar a complexidade do novo cenário em vantagem competitiva.
A transição para o IBS e CBS exige uma reestruturação em precificação, créditos e sistemas. Empresas que anteciparem essa revisão garantem conformidade e otimização de caixa no novo modelo de IVA Dual.
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