O cartão de crédito consolidou espaço no varejo e passou a concentrar uma fatia cada vez maior das compras. No estado de São Paulo, sua participação subiu de 39,4% em 2023 para 43,6% em 2026, enquanto o dinheiro em espécie caiu de 17,9% para 11,3%.
Em matéria publicada no Diário do Comércio, Admar Corrêa, Executive Director na Peers Consulting + Technology, analisa como o crédito segue relevante para estimular compras, especialmente no varejo de moda, ao mesmo tempo em que amplia a necessidade de acompanhar inadimplência e capacidade de pagamento dos consumidores.
Durante anos, ampliar o sortimento foi uma estratégia recorrente no varejo. Com o aumento do custo do capital e a evolução das ferramentas de dados, cresce a atenção sobre quais SKUs realmente contribuem para vendas, margem e experiência do consumidor.
Em participação na Revista SA+, Admar Corrêa, Executive Director na Peers, analisa os fatores que vêm impulsionando a racionalização do sortimento e os indicadores que ajudam varejistas a tomar decisões mais precisas sobre o mix.
A logística exige decisões cada vez mais complexas, influenciadas por demanda, capacidade, custos de transporte, nível de serviço e mudanças regulatórias.
Em artigo publicado na Mundo Logística, Rodrigo Pessotto Almeida, Associate Engagement Manager, e Yuri Damazo Zanferrari, Associate Manager, analisam como os Digital Twins aplicados à logística podem apoiar decisões com mais previsibilidade.
A inteligência artificial generativa entrou nas empresas com promessa de ganho de produtividade. O problema que está surgindo agora é outro: quanto mais a IA trabalha, mais tokens são consumidos, e em muitos casos a conta cresce mais rápido do que o retorno que justifica o investimento.
Em análise publicada no Canaltech, Marcello Mussi, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, explica por que esse comportamento é inerente à forma como os agentes de IA funcionam, e o que as empresas precisam fazer antes que a fatura surpreenda.
Por décadas, a decisão de onde instalar um centro de distribuição no Brasil foi, na prática, uma decisão tributária. Em análise concedida ao Diário do Comércio, Marcelo Ikaro, Executive Director da Peers Consulting + Technology, aponta que com a reforma tributária mudando o princípio de origem para destino, essa lógica perde sustentação.
O impacto não se limita à localização dos CDs: ele se estende à gestão de estoques, ao capital de giro e à forma como as empresas financiam suas operações.
A maioria das empresas estão fazendo a pergunta errada sobre a redução de jornada. A pergunta não é quanto vai custar. É o que essa mudança pode revelar sobre a forma como a operação está organizada hoje, e o que dá para fazer diferente a partir dela.
Quando a jornada muda, a alta gestão define a estratégia, o RH estrutura o processo, porém quem fica com o problema no dia a dia são os gerentes e supervisores: reorganizar equipes, sustentar metas e responder às dúvidas do time, muitas vezes sem orientação clara e sem tempo para se preparar.
O debate sobre o fim da escala 6×1 exige que empresas avaliem seus impactos antes da definição legislativa. Mais do que uma mudança na jornada, a transição pode afetar custos, escalas, produtividade, contratação e modelo operacional.
Scrum funcionando, sprints no prazo, backlog priorizado. E mesmo assim o produto demora para sair, a mudança leva meses para ser aprovada e o mercado segue em outro ritmo. Esse cenário tem nome: paradoxo da agilidade. E ele é mais comum do que os números de adoção de frameworks deixam parecer.
As canetas emagrecedoras produziram um dos crescimentos mais acelerados já registrados no varejo farmacêutico brasileiro. Mas o que os números do canal ainda não mostram com clareza é a profundidade da transformação em curso: o consumidor que adota essas terapias reorganiza hábitos, amplia categorias de consumo e passa a demandar um nível de atenção que a farmácia tradicional ainda não está estruturada para oferecer. Para as redes que souberem ler esse movimento, o GLP-1 não é apenas uma categoria, mas uma alavanca de reposicionamento estratégico.
O varejo farmacêutico brasileiro vive um ciclo de crescimento de receita, lucro e consolidação por aquisição. Mas, para sustentar essa expansão, grandes redes precisam ir além da compra de lojas e resolver o desafio de integrar cadeias de abastecimento, logística, marca própria e canais digitais.
O custo logístico no Brasil deve representar 15,5% do PIB em 2025, contra 8,8% nos Estados Unidos. Mais do que um problema de infraestrutura, essa diferença revela a importância de revisar malhas logísticas com tecnologia, dados e simulação de cenários para tomar decisões mais eficientes e resilientes.
A possível liberação da venda de medicamentos em supermercados coloca o varejo alimentar diante de uma decisão estratégica: operar uma farmácia própria, adotar o modelo store-in-store ou atuar por meio de convênio com redes licenciadas. Mais do que uma disputa por preço, o movimento envolve compliance regulatório, dados de consumo, integração com saudabilidade e definição de modelo operacional.
A integração de sistemas legados deixou de ser uma barreira técnica para se tornar um pilar estratégico. Descubra como modernizar sua arquitetura tecnológica, conectar dados e sustentar o crescimento sem interromper as operações críticas do negócio.
O débito técnico deixou de ser apenas um desafio de TI para se tornar uma questão estratégica que afeta diretamente a velocidade operacional, a eficiência e a capacidade de inovação. Entenda como empresas mais maduras estão revertendo esse cenário para garantir crescimento sustentável.
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